segunda-feira, 16 de setembro de 2013

DEPOIMENTOS


Com o intuito de socializar, fizemos depoimentos sobre algumas de nossas experiências com a palavra escrita. São experiências pessoais que ficaram em nossa memória desde quando tivemos os primeiros contatos com a leitura e a escrita, sejam elas boas ou ruins, tentamos captar as emoções que ela provocou ou ainda provoca em nós. Essa reflexão nos permitiu reconhecer a importância da leitura e o quanto ela vai desenvolvendo a escrita, através de experiências simples e cotidianas, mas que são de um valor imensurável. Conheça os nossos depoimentos!!!











 Guia, N. M.
         Comecei a ler ainda menina, minha mãe era sócia do circulo do livro, sempre havia um livro a vista na minha casa, a partir daí comecei a pedir para minha mãe comprar livros de diversos gêneros. No ensino Médio tinha que ler livros de literatura.
Quando fiquei noiva, meu noivo lia muito e começou a me incentivar. Desde então sempre tenho um livro nas mãos. 
          Com essa minha experiência percebo que o incentivo é muito importante para a leitura. 



Cubas, R. M.
Aprendi a ler e escrever com a cartilha Caminho Suave e não tive muitas experiências com a leitura e escrita na escola além dos livros didáticos. A única recordação que tenho, foi quando ganhamos um pequeno livro da professora no final da primeira série. Eu sempre estava com ele em mãos, e li tantas vezes que decorei algumas partes. Em casa quando éramos pequenos, minha mãe comprou uma coleção com os clássicos infantis, e algumas vezes ela lia, outras vezes olhávamos as figuras.
Nunca tive grandes dificuldades com a leitura e escrita e por isso participava das comemorações cívicas da escola, na leitura de jograis, poemas e pequenos textos.
Em 2002, li o livro “As sete maiores descobertas científicas da história” de David Eliot e fiquei apaixonada. O livro relata os principais acontecimentos da ciência. Atualmente gosto de ler artigos e revistas sobre educação e ciência.


Mendes, S. 
Recordo-me o quanto era prazeroso ouvir meus pais lendo as histórias de livros infantis para mim, e isso me despertava uma imensa curiosidade para aprender a ler sozinha, pois via as ilustrações dos contos de fadas e criava novos mundos na minha imaginação. No processo da alfabetização escolar, tive uma professora na 1ª série do antigo curso primário que levava diversos livros e gibis e os colocava na borda da lousa para que pudéssemos escolher aquele que nos despertasse mais interesse, e líamos com muita vontade. Aqui na plataforma, ouvindo os depoimentos de Gabriel, o pensador e Gilberto Gil para o site Catraca Livre me identifiquei muito, pois assim como eles, o incentivo que tive em casa para desenvolver a leitura e a escrita foram muitos. Minha mãe ficava na cozinha fazendo o jantar e eu lia para ela os meus livros da escola, seus cadernos de receitas,  algumas revistas, etc., e após a leitura que ela pacientemente ouvia, me dava dicas do que melhorar e como pronunciar algumas palavras. Ela tinha também uma brincadeira que hoje percebo o quanto era importante, pois eu tinha que ler o que ela tinha escrito e, em seguida, desenhar o que eu acabara de ler. Nós duas tínhamos um caderninho onde escrevíamos vários versinhos com rimas sobre os acontecimentos diários e, dessa forma, eu sempre estava lendo e escrevendo de uma forma prazerosa. Por esses motivos acabei por gostar de ler, pois também ao longo dos meus estudos sempre tive alguns professores que me incentivaram para a prática da leitura de diversos gêneros. E hoje para mim, ler é alcançar novos mundos e escrever é libertador.





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